segunda-feira, 22 de junho de 2009

FAMÍLIAS PODEM SALVAR A ECONOMIA BRASILEIRA

A recessão que atinge todo o mundo é menor no Brasil, porque as compras do dia a dia, os salários e procura por serviços básicos, como saúde e educação melhoraram nos últimos meses, segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e começaram ( em taxas embora moderadas ), a caminhar para a normalidade.
Mesmo com a perda acumulada de 4.4 % ( a maior desde o plano Collor, em 1990 ), a renda do país voltou ao patamar de 2 anos atrás, graças ao aumento do consumo, proporcionado pelo reajuste do salário mínimo.
O PIB superou as expectativas de especialistas e teve resultados comemorados pelo governo.
A maioria dos brasileiros aguarda com ansiedade que os investimentos dêem um sinal de recuperação, que a produção volte a crescer e que a renda possa retornar aos níveis alcançados antes da recessão. Enquanto isso, a popularidade do Presidente Lula sobe.
O Banco Central, como medida anti-crise, baixou seus juros em 1 ponto percentual, apesar disto, as exportações caem, a construção desacelera as obras, diminuem as compras de máquinas e equipamentos por parte das grandes empresas. Isto mostra que a Equipe econômica do Governo não esta tão “tranqüila” quanto a esperada recuperação da economia.

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