
Familias podem salvar a economia brasileira
Grandes empresas sofrem mais com a crise
Jorge S da Silva
Jornalismo Catolica
A recessão que atinge todo mundo é menor no Brasil, porque as compras do dia a dia, os salarios e procura por serviços básicos, como saúde e educação melhoraram nos ultimos meses, segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estática, e começaram (em taxas embora moderadas), a caminhar para a normalidade.
Mesmo com a perda acumulada de 4.4% (a maior desde o plano Collor, em 1990), a renda do país voltou ao patamar de 2 anos atrás, graças ao aumento do consumo, proporcionado pelo reajuste do salário minimo.
O PIB superou expectativas de especialistas e teve resultados comemorados pelo governo.
A amioria dos brasileiros aguardam com ansiedade que os investimentos deem sinal de recuperação, que a produção volte a crescer e que renda possa retornar aos niveis alcançados
antes da recessão. Enquanto isso, a popularidade do presidente Lula sobe.
O Banco Central, como medida anti-crise , baixou seus juros em 1 ponto percentual, apesar disto, as exportações caem, a construção desacelera as obras, diminuem as compras de máquinas e equipamentos por parte das grandes empresas. Isto mostra que a equipe economica do governo não está tão "tranquila" quanto a esperada recuperação da economia.
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